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domingo, 16 de dezembro de 2012

O pequeno artesão e o Natal...ou como organizar a lista de prendas

Os que de vós têm facebook, provavelmente já viram uma série de posts acerca dos presentes deste Natal, em que o moto é: "Vamos comprar as nossas prendas a nível local, comprando à vizinha que vende por catálogo, ao amigo que faz sabonetes, à prima que faz bijuteria, etc...."

O que é certo é que apesar de realmente concordar com o objectivo (eu vendo Oriflame, lembram-se???? :)) é ainda difícil pôr em práctica a 100%. Primeiro porque há coisas giríssimas, mas que são super-caras, adorei umas malas que vi em vários locais - garbags, eggbags, malas de azulejos, mas a preços que rondam os 75 e 100€!!!! torna-se complicado...depois vi bijuteria bastante egraçada e também, bastante em conta, mas sou sincera...não sei oferecer bijuteria...gostei de uns colares de 5 €, mas realmente gostei deles para mim...acho que para as pessoas da minha lista não funcionaria muito bem, e vi uns chinelos maravilhosos aqui...mas lá está...são lindos para mim, mas não estou a ver mais ninguém na minha lista a usá-los... No entanto consegui comprar uma prenda handmade, feita por uma amiga que está perto da terra do Pai Natal :) e  podem visitá-la aqui, que ela tem coisas muito giras. E pronto, lá se foi a minha ideia de oferecer apenas handmade...pró ano logo tento outra vez (e se calhar com uns handmade feitos por mim...).

De qualquer modo, e tendo em conta o período de crise que atravessamos, achei que deveria partilhar convosco o meu modus operandi de compras natalícias...

Então é assim:

1º - Faço um tecto máximo de quanto quero/posso gastar em prendas, de acordo com o subsídio de Natal (tenho a sorte de ainda o receber por inteiro). Outros gurus da economia familiar aconselham a juntar ao orçamento, os gastos com a ceia de Natal, os enfeites, etc... Como vou passar o Natal com a sys e a mãe (o J. vai ter com o baby D.) este tipo de despesas ainda não entram no meu orçamento. Por outro lado, já comprámos a árvore de Natal e duas caixas de bolas há uns 3 anos. Quando chega a altura de montar a árvore de Natal, achamos sempre que temos luzinhas, mas o que é certo é que não estão na caix das bolas, portanto...não devemos ter luzinhas... (tenho que juntar à lista de compras...juntamente com as fitas., que também não temos...)

2º - Faço a lista das pessoas a quem quero oferecer prendas. Geralmente, eu ofereço as do meu lado, o J. oferece as do lado dele, e vai tudo no nome dos dois...e gastamos menos dinheiro (cada um)...

3º - Penso no que oferecer a cada pessoa. Por razões óbvias não vou escrever aqui o que vou oferecer...mas se quiserem logo posto...

4º - Vou à procura das prendas...Mas tenho de confessar que ir para um centro comercial atulhado de gente é um stress (ainda me lembro de na noite de 23 me ter enfiado no Colombo com uma amiga...loucas!!).

No entanto, a Joana o que faz é ir comprando ao longo do ano. Este Natal já não vou a tempo, mas nos próximos quero fazer isso...Em Janeiro faço logo a lista de prendas, e de pessoas, e vou comprando ao longo do ano (ou fazendo). E é isso, está decidido!!!!

A nossa árvore de Natal, sem luzinhas nem fitinhas...mas já com prendinhas!


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Tickler file...

Hoje venho falar-vos de uma das minhas ideias maravilha :)

O meu "tickler file"! (o tickler file em si não é ideia minha, como é óbvio, mas a maneira como fiz o meu...só para que não haja dúvidas, não me quero apropriar de ideias de ninguém).

De acordo com o David Allen e o seu método GTD, e a Rita Ocupada, um tickler file (eu também não sei o nome em português) é como se fosse um calendário a 3 dimensões...

Passo a explicar:

Imaginem que compram bilhetes de avião em Maio, para uma viagem em Novembro aproveitando uma promo de uma companhia aérea cujo nome começa por T e acaba em AP  ... (lembram-se do post anterior?).

Imprimem os bilhetes electrónicos, mas como ainda falta algum tempo não sabem muito bem onde os guardar, sem correrem o risco de os perder, ou de, quando chegar a altura, não saberem onde estão. É aqui que um tickler file entra em acção, colocam-nos no calendário a 3 dimensões, no mês de Novembro.

O mesmo é válido por exemplo para papéis que tenham de ser usados numa determinada altura (requisições a levar para um exame de saúde marcado para daí a uns meses, análises ou exames a levar na próxima consulta...enfim de certeza que encontram mais algumas utilizações...mesmo em contexto de trabalho...papéis a discutir em reuniões...).

A ideia original é ter divisórias ou separadores para cada dia do mês (1 a 31) e para cada mês (Janeiro a Dezembro). Assim, e pegando no meu exemplo da viagem, em Maio imprimo os bilhetes e coloco-os no separador de Novembro. Quando chegar a Novembro, e fazendo uma revisão inicial do mês, coloco os bilhetes no separador do dia da viagem (ou no dia anterior, para juntar à mala). Claro que este método implica rever o tickler file todos os dias...

No meu caso, acho que ter um separador para cada dia não se justifica, já que eu não tenho propriamente uma vida agitada cheia de reuniões e as contas são pagas por débito directo (esta é outra utilização...colocar as contas no separador do dia, ou do dia anterior, em que têm de ser pagas).


Assim simplifiquei e o que fiz foi arranjar uma daquelas pastas plásticas, e um conjunto de separadores de cartão. Em cada um escrevi os meses e coloquei dentro da capa... e pronto... facílimo.

Claro que coloquei os bilhetes lá dentro e não andei a stressar a pensar que teria que os imprimir na véspera...e sabia onde estavam.

O meu tickler file :)
Agora voltando à teoria do calendário a 3 dimensões...às vezes dava jeito ter uma "tickler box" para colocar os livros a devolver à biblioteca, livros ou objectos a levar num determinado dia (prendas de aniversário, ou qualquer coisa), de modo a não me esquecer...

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Como mudar um pneu furado...

Quem sabe mudar um pneu? Eu sei, e já mudei várias vezes :) (quer dizer...não sei se é motivo para sorrir...)

Para quem não sabe aqui fica a explicação básica, que é sempre bom conseguirmos desenrascar-nos:

1º passo - O carro tem de estar numa superfície horizontal (parece básico, mas se existir um declive, ainda que ligeiro, pode correr mal)
2º passo - Descobrir o macaco, a chave de porcas e o pneu suplente (e ter a certeza que todos existem, senão, e passando a publicidade, é melhor telefonar para a Marta)
3º passo - Verificar que o suplente está cheio (No meu caso, na maioria das vezes que tive de mudar o pneu, e foram algumas, o suplente estava sempre vazio, mas servia para, num outro carro, ir até à oficina dos pneus - ou loja dos pneus como alguém lhe "chamei" -, apenas numa das vezes fui mudar o pneu já na bomba da gasolina ao pé da bomba do ar, assim, enchi logo o suplente)
4º passo - Desenroscar um bocado as porcas do pneu que estiver furado (não convém ir desenroscar as porcas do pneu ao lado), e para fazer isso, dependendo do tipo de chave (e no fiat isso funciona), o melhor é colocar a chave na porca de maneira a que dê para pôr o pé em cima, e depois...saltar em cima da chave,...mas não muito. Os especialistas informam que isto não deve ser feito assim, mas geralmente os especialistas têm força para desenroscar as "ceninhas". Eu como não faço culturismo, nem halterofilismo, e não ganho um braço de ferro...tenho mesmo que fazer alguma força com o pé.
5º passo - Depois de desenroscadas as porcas, mas não totalmente, descobrir o local onde o macaco encaixa, e ter atenção com a parte do macaco que fica no chão e a que apoia o carro. Dependendo do carro, o encaixe poderá ser a meio, ou existir uma saliência ao longo dos lados, e aí coloca-se o macaco mais perto do pneu. (Não deverão fazer como o moço que me tentou ajudar na primeira vez que tive um pneu furado: primeiro pôs o macaco ao pé do pneu de trás...o pneu furado era o da frente, e estava completamente esborrachado, não passava propriamente despercebido, e depois de lhe ter dito que não era aquele o pneu, colocou o macaco ao contrário, a parte que devia apoiar o carro ficou no chão, e quando o carro estava já bastante levantado, caiu...mesmo!!!!!)
6º passo - subir o carro o bastante para, depois de desenroscarem as porcas completamente conseguirem tirar o pneu.
7º passo - retirar o pneu furado e colocar o suplente, encaixando-o nos parafusos.
8º passo - enroscar as porcas, sem fazer muita força (o carro pode cair), e esta é a parte importante: em cruz, para que o pneu fique direitinho
9º passo - descer o carro (se o suplente estiver vazio é nesta altura que vão conseguir verificar melhor isso :))
10º passo - enroscar melhor as porcas, sempre em cruz, usando a mesma técnica do 4º passo, et voilá, temos um pneu mudado.

Algumas considerações:
- Depois de arranjarem o pneu solicitem aos senhores da "loja de pneus" :) para vos trocarem logo o suplente pelo normal (poupa-vos o trabalho, como é óbvio, e como eles usam as coisas pneumáticas as porcas ficam bastante bem apertadas e não se corre o risco do pneu saltar)
- O facto de as porcas serem apertadas com as coisas pneumáticas dificulta muito o desenroscar das porcas...daí o saltar.

Penso que não me esqueci de nada, mas se algum especialista quiser dar o seu contributo, que se sinta à vontade.
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